Associação Brasileira de Profissionais de Gramados Esportivos

Associação Brasileira de Profissionais de Gramados Esportivos – APGE: uma proposta

Os grandes eventos esportivos de 2013 (Copa das Confederações), 2014 (Copa do Mundo) e 2016 (Jogos Olímpicos) estão se aproximando e muito brevemente nós brasileiros, estaremos tendo a oportunidade de mostrar ao mundo nosso país, nossa cultura e nossa organização para sediar estes eventos. Leia mais…

Qualidade e Uso dos Campos Esportivos

A qualidade de um campo esportivo reflete a jogabilidade do mesmo, ou seja, “como o campo joga”. Este parâmetro depende da avaliação daqueles que utilizam o campo para o evento “jogo” – os atletas – sendo, portanto, um parâmetro subjetivo.

A subjetividade na avaliação da qualidade do campo por atletas depende de fatores externos como, por exemplo, o desempenho destes atletas em determinadas ocasiões. Leia mais…

Topdressing com compostos orgânicos

Avaliação de Programas de Topdressing Utilizando Composto Para Campos Esportivos
Estabelecidos Sobre Solo Natural

“O objetivo básico desta matéria é informar ao Brasil o nível da pesquisa em gramados ao redor do mundo, principalmente nos USA. A pesquisa com gramados no Brasil é restrita, e este é um bom modo de expandir os horizontes para a exploração dessa cultura, que cresce dia-a-dia. Outro ponto importante é que a pesquisa se trata de campos esportivos estabelecidos em solos naturais. Embora investimentos estejam sendo feitos no setor de construção de campos esportivos e de golfe no Brasil, a grande maioria dessas propriedades são estabelecidas sobre solo natural, sendo passível de uso dos resultados dessa pesquisa para melhor manejo dos gramados.” Leia mais…

GRAMA LEGAL – Um projeto da Agrabrás

A Agrabrás está liderando desde agosto de 2010, o projeto Grama Legal que prevê uma série de ações que visam o combate ao consumo pelo governo em obras públicas de grama “pirata”, sem origem e procedência. Estima-se que o mercado destas gramas, que não são cultivadas, representa cerca de 60% do mercado de grama no Brasil, o que esmaga o mercado legal.

O objetivo é atuar junto ao poder público de modo a garantir que em toda nova obra pública, os processos de licitação prevejam a utilização de grama cultivada objetivando o aumento do mercado de grama legal. Leia mais…

Campos de golfe – elementos paisagísticos?

Sim, e não. É fato que um campo de golfe traz “beleza natural” a determinada área, e assumindo-se esta premissa, o campo é passível de observação e admiração.

De fato, o campo é muito mais que isso – originalmente, o pastoreio proposital com ovelhas em gramados nativos de tall fescues, visava aumentar as distâncias percorridas pela bola. Nascia aí a preocupação com o que representa hoje o fator mais importante no propósito de um campo de golfe – a jogabilidade. Leia mais…

Seletividade de herbicidas para gramas no Brasil

Seletividade de herbicidas aplicados na grama Batatais, São Carlos, Esmeralda e Santo Agostinho

Objetivou-se avaliar a seletividade de herbicidas aplicados na grama Batatais (Paspalum notatum) e na grama São Carlos (Axonopus compressus) em campo.

O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com quatro repetições.

As gramas foram cortadas a 3 cm de altura e, em seguida, realizaram-se as aplicações dos herbicidas. Leia mais…

Recomendação Técnica para os gramados da COPA 2014

RECOMENDAÇÃO TÉCNICA PARA GRAMADOS EM ESTÁDIOS e CENTROS DE TREINAMENTO

Objetivo Leia mais…

Irrigação em campos de golfe

Uma das decisões mais difíceis no manejo de um campo de golfe é a de quando, como e com que intensidade irrigá-lo. Outro ponto importante é que a natureza influencia diretamente a prática da irrigação fornecendo água excessivamente ou deficitariamente.

Um campo de golfe deve ser projetado para agüentar esses estresses causados pela falta de água – fazendo uso da irrigação; ou pelo excesso de água – através da drenagem superficial e sub-superficial. Leia mais…

Intensidade de Cultivo – parte IV– Rough e Bunker

O rough é a parte gramada do campo de golfe que requer a menor intensidade de cultivo e geralmente representa áreas não jogáveis, sendo que se a sua tacada é do rough, você está provavelmente em uma situação no mínimo desconfortável. Alguns clubes e campos mais privados e luxuosos, ou campos de resort, se dão ao luxo de manter os roughs como se fossem fairways no que diz respeito ao manejo cultural. Nem todos os campos, porém, podem fazer isso.

O rough pode ser dividido em intermediário e primário: Leia mais…

Intensidade de Cultivo – parte III – Fairway

O Fairway, ou raia é o caminho entre o tee e o green. Tem forma e tamanho variável e, de fato, é o que delimita a forma do buraco. Podem também estar ausentes em buracos de par 3 ou podem se apresentar como approach ou antigreen – uma área de transição que liga o Fairway ao green. Leia mais…

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